quem é a AMATA

A Amata é uma empresa brasileira, com 15 anos de história, que nasceu com o propósito de manter as florestas em pé. Comprometida com as melhores práticas e conectada com as mais inovadores tendências do mercado, a Amata traz para o setor da construção civil a madeira engenheirada, sendo pioneira da tecnologia em larga escala no país. A marca Urbem chega ao mercado impulsionada pela nossa convicção de usar a força da floresta para construir, hoje, as cidades do futuro. Um propósito alicerçado em um material robusto, versátil, inovador e sustentável: a madeira engenheirada.

Vamos juntos nesse movimento: plantando no campo, colhendo na cidade.

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Mesmo com dúvidas, empresas brasileiras buscam caminhos para implantar práticas ESG

Mesmo com dúvidas, empresas brasileiras buscam caminhos para implantar práticas ESG

A tendência ESG (sigla em inglês para Environmental, Social e Governance) tem feito com que boas práticas recebam a adesão de mais companhias brasileiras. Com o mercado financeiro priorizando cuidados ambientais, sociais e de governança como critérios de investimento, as corporações buscam alternativas para conquistarem seu lugar ao sol nesse mercado cada vez mais competitivo.  Em janeiro, o Fórum Econômico Mundial lançou uma modalidade de fundo de investimento para apoiar empresas que buscam enfrentar os desafios climáticos. Métricas de emissão de carbono, diversidade de gênero e raça no quadro de funcionários, volume de poluentes decorrente do transporte de pessoal e de produtos e tipos de matérias-primas utilizadas passaram a ser analisadas com lupa.  Para que os investimentos aconteçam, haverá a necessidade de companhias apresentarem elementos mensuráveis, evidenciando que projetos, ações e medidas de ESG estão sendo desenvolvidas e implementadas. Os recursos voltados para o ESG irão aumentar e empresas com impactos socioambientais negativos verão subir seu custo de capital, enquanto as que se desempenharem bem na geração de impacto positivo terão um custo de capital menor. Muitas empresas, porém, ainda têm dúvidas sobre como conduzir a implantação do ESG da porta para dentro. Segundo a associação global CFA Institute, a demanda por esse tipo de expertise é alta, mas a oferta de profissionais segue baixa. Uma análise realizada em dezembro passado de 1 milhão de contas no LinkedIn concluiu que menos de 1% dos perfis atuantes no mercado financeiro, por exemplo, tinham qualificação adequada para o trabalho. De acordo com a consultoria e auditoria PWC, é comum que empresas brasileiras coloquem suas agendas ESG sob o guarda-chuva dos departamentos de sustentabilidade ou marketing, o que potencializa o risco de o tema se tornar tarefa de setores específicos em vez de um compromisso que envolve todas as esferas do negócio. Instituições como IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), Insper e Fundação Getúlio Vargas recentemente passaram a oferecer formação profissional em ESG, o que ajuda a atender a demanda crescente nas companhias. No entanto, os especialistas são unânimes em afirmar que, se a mentalidade não for incorporada na cultura empresarial, ter um expert não resolve o problema. A criação de comitês e conselhos tem se mostrado uma opção para administrar as ações de forma responsável e organizada. Além disso, esses grupos interdisciplinares podem contribuir para aumentar a transparência e melhorar a gestão das diversas atividades relacionadas. Outra estratégia é oferecer remuneração extra aos executivos quando forem alcançadas metas socioambientais, acrescentando ao antigo “bônus” um enfoque contemporâneo. Ao incentivar gestores a perseguirem boas práticas, o engajamento das equipes subordinadas acaba se tornando natural e quem sabe aos poucos introjetado nas rotinas corporativas. Recursos sustentáveis também devem atingir médias e pequenas empresas por meio do crédito bancário especializado, com contrapartidas bem definidas que serão de grande valia para quem busca o caminho mais certeiro para se tornar ESG de verdade.

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