Amata
na FLoresta

pinus

Reforçando o propósito de oferecer ao mercado madeira com garantia de origem em alternativa à madeira ilegal, a operação da AMATA no Paraná está focada no plantio de pinus, por meio do manejo voltado ao múltiplo uso da floresta e a comercialização da madeira produzida, no corte final e nos desbastes. Desta forma, são garantidas a produção e a comercialização constante e sustentável das espécies escolhidas, que gera benefícios e garante a viabilidade econômica dos plantios.

eucalipto

A operação AMATA no Mato Grosso do Sul baseia-se no plantio eucalipto. Para tanto, foram adotados dois sistemas de manejo: ciclo longo, com foco na produção de toras para processamento mecânico em serraria; e ciclo curto, com produção de madeira para processos (energia, papel, celulose e outros). Trata-se de uma espécie exótica, com ótimo crescimento no solo brasileiro, suprindo a crescente demanda por madeira e fibras nos mercados nacional e internacional.

paricá

Buscando ampliar o portfólio de produtos e consolidar a base do seu modelo de manejo sustentável, a operação AMATA no Pará tem como objetivo a recuperação de áreas degradadas por meio de plantio de espécies florestais nativas, com foco principal no Paricá. O projeto tem como meta plantar em média um milhão de árvores por ano, desenvolvendo uma tecnologia de silvicultura de espécies nativas para fins de recuperação ambiental, aliada a objetivos comerciais.

nativas

Sendo a primeira concessão florestal pública do Brasil, a operação AMATA em Rondônia é um instrumento eficaz de preservação e uso sustentável de florestas nativas. O modelo de manejo é baseado na realização de uma colheita seletiva de baixo impacto ambiental, sendo proporcional à taxa de regeneração florestal, tendo o intuito de combater o desmatamento e se comprometendo a desenvolver um sistema de gestão de alta precisão para manejo de florestas nativas.

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eucalipto

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