Pinus

Pinus taeda, Pinus elliotti e Pinus caribea var. hondurensis.

Características:  Madeira amarelo-pálido. O gênero Pinus compreende espécies coníferas com madeiras de características físico-mecânicas e estéticas bastante diferenciadas. Sua altura varia entre 18 e 30 metros.

Para que serve? A utilização da madeira desta espécie compreende madeira serrada, laminada e produção de celulose, construção civil, estruturas, estaqueamento marítimo, postes, mouões, mastros, pontes, pisos, lápis, marcenaria e carpintaria, molduras, pallets, painéis de partículas orientadas – OSB, painéis de colagem lateral – EGP e extração de resina (P. elliotti), lenha, carvão e arborização de parques e jardins.

Com as cascas de pinus e, em alguns casos, até com a serragem da madeira, pode-se promover a compostagem, principalmente usando estrume de animais, e se obter excelentes condicionadores de solo.

Trabalhabilidade: Madeira fácil de ser trabalhada. É fácil de desdobrar, aplainar, desenrolar, lixar, tornear, furar, fixar, colar e permite bom acabamento.

Onde é colhido?

  • Acre
  • Alagoas
  • Amazonas
  • Amapá
  • Bahia
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Minas Gerais
  • Mato Grosso do Sul
  • Mato Grosso
  • Pará
  • Paraíba
  • Pernambuco
  • Piauí
  • Paraná
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Norte
  • Rondônia
  • Roraima
  • Rio Grande do Sul
  • Santa Catarina
  • Sergipe
  • São Paulo
  • Tocantins

FONTES: Banco de Dados de Madeiras Brasileiras do IBAMA, IPT, Livro Árvores Brasileiras, de Harri Lorenzi, volumes 1 e 2.

FOTOS: Laboratório de Madeiras e Produtos Derivados/IPT.

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