Em fazendas no Pará, a AMATA realiza predominantemente o plantio de paricá, uma espécie natural da região que pode ser utilizada para diversos fins, como madeira sólida e para processo.

Nas propriedades de Ipixuna, Castanhal e Paragominas, são respeitadas as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e as Áreas de Reserva Legal (RL). Nesses espaços, a floresta é mantida em pé e, quando necessário, são feitos plantios e manutenções para estimular a recomposição do ecossistema da região.

O plantio comercial é feito nas Áreas de Uso Alternativo do Solo (AUAS) e nas Áreas de Reserva Legal (RL) a serem recuperadas, ou seja, na parcela da propriedade que não é APP.

Os plantios de nativas da AMATA começaram em 2008. A partir de 2017, essa madeira, que já é certificada pelo Forest Stewardship Council (FSC®), estará disponível no mercado.

No Brasil, apenas 7%  dos plantios comerciais são feitos com espécies nativas, conforme relatório ABRAF 2013.  Por isso, ainda é preciso desenvolver técnicas mais eficazes de obtenção e produção de mudas e sementes, manipulação da terra, plantio, controle de pragas, fertilização, colheita, transporte etc.

Por isso, a AMATA valoriza parcerias que possam ajudar a aprimorar os métodos naturais e artificiais de manejar essas florestas. Entre nossos parceiros estão UFRA, Instituto Ipê e Peabiru.

Entenda o processo

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